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Cientistas ainda não sabem explicar por que uma orca está carregando o seu filhote morto no dia 24 de julho na costa do estado de Washington (EUA). O comportamento não é incomum na espécie, mas geralmente não passa de uma semana.

“Estou aos prantos, totalmente chocada e com o coração partido”, disse a pesquisadora Deborah Giles ao “Seattle Times”. “Não acredito que ela ainda esteja carregando o seu filhote por aí”, completou.

Já são 16 dias de “luto”, sem se afastar do cadáver um instante sequer.

As preocupações acerca da saúde da orca – identificada pelos cientistas como J35 e também chamada de Tahlequah – não param de crescer. O animal não tem conseguido obter os nutrientes necessários para se recuperar após a gestação, que dura 17 meses.

A população desse mamífero marinho está ameaçada de extinção, e biólogos não conseguem determinar porque ele está em declínio.

O grupo de 75 orcas que costuma ser visto com Tahlequah é alvo de outra preocupação dos cientistas. Uma fêmea de cerca de 3 anos e meio, com bom potencial reprodutivo, tem sido vista debilitada e letárgica, o que pode indicar que J50, como o animal é identificado, tenha poucos dias de vida. A orca pode ter algum tipo de grave infecção.


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