Política
Tarcísio, Ibaneis Rocha, Ronaldo Caído e Mauro Mendes, defendem a anistia geral para todos os condenados pelo planejamento e tentativa do golpe de 8 de janeiro
Após mais de duas horas de reunião na casa do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) nesta quinta-feira, 7, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), falou em nome dos dez chefes de governo estaduais presentes no encontro e defendeu que todos os Poderes "precisam ceder" para resolver a crise institucional em curso com o tarifaço norte-americano e o julgamento das ações penais do golpe pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Questionado sobre as formas que os Poderes poderiam agir para desescalar a crise interna e com o governo dos Estados Unidos, Tarcísio mencionou a votação da anistia aos condenados pelos atos golpistas no dia 8 de janeiro de 2023.
A posição foi endossada pelos governadores Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás, e Mauro Mendes (União), Mato Grosso, que defenderam a "liberdade" do Congresso para votar o tema como resposta ao "desejo da maioria".
"O Congresso Nacional tem que ter autonomia para legislar sem pressão. O Congresso Nacional tem um papel importante, pode atuar nessa desescalada, e os parlamentares precisam ter tranquilidade", afirmou Tarcísio, sem mencionar a quais pressões os deputados e senadores estariam submetidos.
Foto Pablo Jacob/Governo do Estado de SP
Crédito Band





