Entrevista na rádio Tropical FM destaca situação da dengue em Angélica


Na manhã desta semana, a Rádio Tropical FM recebeu o Secretário de Saúde, André Hartmann, acompanhado de Gilmar Ribeiro, Supervisor Técnico de Saúde do Estado, para uma entrevista voltada à conscientização da população sobre o avanço da dengue e da chikungunya na região.

Logo na abertura, o secretário iniciou com uma saudação à população, reforçando o compromisso da gestão com a saúde pública e a transparência das informações.

Durante a entrevista, Gilmar Ribeiro apresentou um panorama geral da situação no estado de Mato Grosso do Sul. Segundo ele, há uma preocupação crescente com o aumento de casos de dengue e chikungunya, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Ele destacou que diversas regiões estão em alerta, exigindo ações conjuntas entre poder público e população.

Ao falar sobre a região da Grande Dourados, Gilmar explicou que os números também são preocupantes, com registros significativos de casos, o que demanda intensificação nas medidas de combate ao mosquito, como mutirões de limpeza e campanhas educativas.

Quando questionado sobre o município de Angélica, o supervisor informou que a cidade também enfrenta casos das duas doenças, embora em proporções que ainda podem ser controladas com ações rápidas e eficazes. Ele ressaltou a importância de eliminar focos de água parada, principal criadouro do mosquito.

Sobre o papel da população, Gilmar foi enfático: cada morador deve fazer sua parte. Medidas simples como manter caixas d’água bem fechadas, limpar calhas, evitar acúmulo de lixo e não deixar recipientes com água parada são fundamentais para reduzir a proliferação do mosquito.

Em relação aos sintomas, ele explicou que os primeiros sinais da dengue incluem febre alta, dor no corpo, dor atrás dos olhos, manchas na pele e cansaço. Já a chikungunya também apresenta febre e dores intensas nas articulações. Ao perceber qualquer sintoma, a orientação é procurar imediatamente uma unidade de saúde e evitar a automedicação.

Por fim, ao ser questionado sobre o uso do fumacê em Angélica, Gilmar informou que há planejamento para aplicação do método, mas destacou que ele é apenas uma medida complementar. O combate mais eficaz continua sendo a eliminação dos criadouros do mosquito.

A entrevista reforçou a necessidade de união entre autoridades e população para enfrentar o avanço das doenças e proteger a saúde de todos.