Ivinhema
Claudião do Raio X solicita construção de redutor de velocidade (quebra-molas) ou lombada eletrônica na BR-376 em Amandina e serviço de revitalização das calçadas entorno da Prefeitura, bem como instalação de bancos no jardim da Prefeitura
A Câmara de Ivinhema realizou a 51ª (quinquagésima primeira) Sessão Ordinária na noite dessa segunda-feira (04), com a presença de todos os vereadores e transmitida ao vivo pela página da Casa no Facebook e Canal no YouTube.
O vereador Claudemir Batista da Rocha – Claudião do Raio X (PSDB), fez indicação ao Sr. Euro Nunes Varanis Junior - Superintendente Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT), objetivando que sejam desenvolvidos esforços para viabilizar a construção de redutor de velocidade do tipo “quebra-molas”, ou lombada eletrônica na rodovia BR-376, na altura do Km 142,5 e Km 143,2 no perímetro urbano do Distrito de Amandina, no município de Ivinhema.
“Essa indicação é, na realidade eu já estou refazendo ela e por diversas vezes fazendo e por que eu faço essa indicação, já fiz tantas outras vezes, já estive no DNIT de Campo Grande acompanhado do prefeito, de deputados, para discutir essa questão de redutor de velocidade na rodovia, principalmente no perímetro urbano ali, no Distrito
de Amandina. Eu faço isso para resguardar o meu trabalho, a minha preocupação com a população, porque eu fazendo aqui a indicação, eu estou informando o DNIT, que é o órgão responsável por aquele trecho, que há um eminente risco de acidente naqueles locais. Então, a minha parte eu estou fazendo é informar, cobrar o DNIT, de que há esse risco de acidente de tirar a vida de pessoas como já foi tirado, porque se porventura vier acontecer algum
acidente, aqui está documentado que o DNIT foi informado que ali havia o risco. Então, por isso que eu faço e refaço essa indicação para o DNIT, que é um órgão de difícil comunicação, um órgão difícil de atender, os pedidos, mas é o meu papel informar, é o meu papel comunicar para que a sociedade tenha o conhecimento de que pode ser que aconteça. Como vocês podem entender que dentro de um perímetro urbano, carretas carregadas com 30 a 40 toneladas desenvolvem a velocidade de 120 km/h, só esse técnico que às vezes não entende, não enxerga e não acha que isso está colocando vida de pessoas em risco. E levando em conta que a Amandina, a BR cruza no meio, tem a população dos dois lados da rodovia, e aí você vai fazer um comparativo, você vai lá para a Ponta Porã, é uma rodovia federal, no meio do nada, tem vários quebra-molas lá, só tem soja de um lado e soja do outro e tem “quebra-molas”, redutores de velocidade, lambadas de 40, 50 km/h. Então isso eu não entendo, eu não entendo qual que é a dinâmica, qual que é a matemática do Dnit, para fazer
esse tipo de serviço para a sociedade, para quem mora lá, para quem precisa, para quem usa, cruzar aquela rodovia todo dia, no segundo quilômetro que eu informo aí, vereador, é quem conhece a Amandina sabe, é próxima ao CEDECA e a creche de Amandina, onde as crianças cruzam a rodovia, porque dos dois lados, é lá que eu estou pedindo. E o Dnit não enxerga que ali tem duas escolas que atendem crianças, o Dnit não enxerga, mas eu estou informando, estou informando, para depois eles não passarem de desinformado, né, está feito aqui, o meu papel, a minha indicação, a minha cobrança”, justifica Claudio.
O vereador fez indicação ao secretário municipal de obras, solicitando serviços de revitalização das calçadas no entorno da Prefeitura Municipal, bem como a instalação de bancos no jardim da Prefeitura.
“Essa indicação que eu estou fazendo, pedindo ali uma reforma, uma revitalização nas calçadas no entorno da Prefeitura, onde as pessoas por ali caminham, fazem sua caminhada à tarde, por conta de que eu me relaciono muito com muitas pessoas que caminham ali. E às vezes a gente entra em contato num momento até de, assim, um momento ruim para a pessoa, porque esses dias eu atendi uma senhora, a senhora com o punho quebrado, ela falou, meu filho, quebrei lá caminhando à tarde, aquela calçada “trupiquei”, quebrei, caí, quebrei o punho. Outra também caiu, joelho ralado. Então, e a semana passada recebi uma senhora e me pediu se era possível fazer esse pedido, e ela ainda acrescentou. Pede para colocar uns bancos ali debaixo daquelas árvores, porque às vezes à tarde ali a gente gosta de sentar, conversar, é um momento, um final de semana. Então, estou indicando ao Prefeito, ao secretário, que olhe com carinho para essa indicação e que ela sendo atendida, muitas pessoas ficarão muito felizes porque muita gente utiliza aquele espaço”, conclui Claudião.






